Ao liberdade ser tomada pelo Acaso
A sanidade pelo Infinito
E o futuro iminente cíclico
Dado pelo inoxerável e calmo Fado
Conheço,engulo o choro
Resta logo saber mais
E que eu saiba
Acham-me muito limpo
Mas quem vive não o é
E eu vivo
E que eu viva
Tornam-me especial
O solitário singular
Fugis e grito-vos:
Não,não vades embora
“Quero honras e promessas,
Lembranças e histórias”
Vede em meus olhos quem sois
Meus deuses também são assim
Querenças e vícios
Amores e paixões
Explode opiniões
E o passado se repete
Só muda de nome
E quando quisto não se mete
O outro deus a mais
Será que quando vem
Inefavelmente faz?
Ou sua percepção em
Nossa ignorância
Não jaz?
Amei antes de viver
Então nasci amando
Em bem estruturado querer
O mundo vai nos modelando
Errei ao estar a viver
Pois logo virei humano
Pra sem ferrugem assim ser
E mais vivo vão me tornando
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